Já é uma prática comum em muito países e começa a surgir
timidamente no Brasil.
É fato que o padrão das cirurgias estéticas feitasem São Paulo são de
altíssima qualidade, contando com hospitais citados como exemplo internacional
e médicos famosos mundialmente.
É fato que o padrão das cirurgias estéticas feitas
Estados Unidos, Canadá, Itália, Portugal, China e Angola, são os países que mais ‘exportam’ pacientes. Índia, Cingapura, Malásia, Tailandia, México, Costa Rica e Brasil os que mais recebem pacientes estrangeiros.
Qualidade e custo estão entre os principais motivos que geram esse tráfego de pacientes. Cirurgias plásticas, gastroenterologia, e tratamentos oncológicos estão entre os mais buscados.
Um fator importante para o sucesso de uma operação é a relação entre o médico e paciente. Sim, é necessário um acompanhamento prévio do paciente e no pós operatório também. Muitas pessoas vão ao país que irão realizar a cirurgia com todos os exames realizados no exterior e vão embora ao fim da cirurgia.
O pós operatório precisa ser feito da mesma maneira com todos os pacientes.
O acompanhamento próximo feito pelo médico e as consultas periódicas, são fundamentais, e muitas vezes isso não acontece.
O paciente fica em média 22 dias no país da cirurgia. Caso haja algum problema, alguém precisa se responsabilizar por isso e não poderá ser a empresa de turismo contratada pelo paciente.
Deve-se respeitar e conhecer as leis brasileiras e o código de ética médico. Ter um médico no Brasil que se responsabilize e acompanhe o paciente no pré e pós operatório. Também é necessário a criação de normas e protocolos adequados que visem proteger o paciente, o médico e o exercício da medicina, zelando por melhores práticas médicas no Brasil, mantendo assim o padrão de valorização que temos mundialmente.






